quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O G2 vem aí, olê olê olá!
No post anterior teci umas impressões acerca da Conferência de Copenhague. Dentre essas, destaquei a competição sem disfarce travada pelos EUA e a China. Pois bem, estive lendo um blog de um colunista do Uol e achei pertinente divulgar seu post que é, no mínimo, interessante. Trata-se de uma entrevista concedida por um cientista político chinês, o qual afirma que em breve teremos a nomenclatura "G2", composta pelos dois países supracitados.
G2 É FATO
Há um mal-estar sobre o G2 como se fosse uma política dos dois países, mas não é. É um fato. Hoje é cedo para falar de G2, mas em 15 anos ou no máximo 20 teremos uma "situação G2", quando a China terá efetivamente diminuído a distância que tem entre si e os EUA em termos de poder abrangente.
Há duas possibilidades no presente, a multipolarização e a bipolarização. É muito provável que a primeira seja substituída pela segunda.
Mas, por enquanto, economicamente, militarmente e em "soft power", a China não pode competir com os EUA. Só que a crise financeira global do ano passado diminuiu essa diferença e aumentou dramaticamente o status da China.
BARRADA NO CLUBE
Será muito difícil que a China seja aceita como membro do clube dos países desenvolvidos porque seu sistema político não é aceito pelo clube do Ocidente. Se a Rússia fracassou em ser aceita, duvido que a China consiga. Então a China poderia estabelecer uma parceria mais positiva com países em desenvolvimento, como Índia, Brasil, Rússia, África do Sul.
Ao contrário do clube das potências ocidentais, os emergentes não ligam tanto para a diferença nos sistemas políticos. O que os une é o estágio econômico. Os europeus achavam que estavam no centro do mundo e que deveriam servir de modelo para os outros, dividindo entre civilizados ou não. É um complexo de superioridade baseado não só em coisas materiais.
VANTAGENS DA CHINA
A crise financeira teve um grande impacto na nossa política externa. A crise levantou o status da China na arena internacional, nos deixou mais confiantes e fez com que o mundo veja que nosso modelo tem vantagens. É da natureza humana achar que todo sucesso é baseado em algum modelo correto. Agora, muitos se perguntam o que vale aprender sobre a China.
A China vai colocar mais e mais fé no dinheiro, achando que o resto do mundo mudará suas atitudes em relação ao país por conta do dinheiro. Não há sociedade ou juventude que adore mais o dinheiro que os chineses
Fonte: http://raulnachina.folha.blog.uol.com.br/arch2009-12-01_2009-12-31.html#2009_12-29_09_13_33-130436097-0 (Acesso em 30/12/2009)
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Ô Copenhague...

Quem assistiu a pelo menos um jornalzinho diário neste último mês de Dezembro ouviu falar sobre a Conferência do Clima que ocorreu em Copenhague, Dinamarca.
Esta Conferência - aguardada ansiosamente principalmente pelos ambientalistas - veio com a missão de traçar objetivos concretos para amenizar a emissão de gases estufa (aqueles que aumentam a temperatura da Terra e esculhamba o clima inteiro).
Pois bem, este não foi o primeiro evento deste porte que reuniu os bam-bam-bans da política mundial. Tivemos tb a Rio-92 e outras que trataram acerca da questão ambiental, mas Copenhague veio com um gostinho a mais com a esperança de acordos assinados principalmente pelas nações mais ricas, estas que são as maiores poluidoras.
Enfim, tanta expectativa pra nada. Ops, nada? Está certo que de avanços consideráveis Copenhague foi um fracasso, mas houveram pontinhos esclarecedores para a população mundial.
1º- O governo dos EUA assumiram que o aquecimento global é também causado pela ação antrópica e que devemos fazer algo para solucionar (ALELUIA, já não era sem tempo Mr. Obama!)
2º- Os EUA e a China pareceram duas crianças birrentas: "Eu só reduzo se a China reduzir", "Eu só dou [verbas, viu?!] se os EUA derem".
3º- Lula provou mais uma vez que é o cara! Ele - sabendo que a Convenção não daria mais em nada - ao final do evento deu um discurso dizendo que o Brasil estava disposto a contribuir com recursos financeiros para reduzir as problemáticas. Espertinho ele, hein?!
4º- Está mais que provado que o dinheiro é o que importa. Mas só recordando o que o cacique de Seatle disse, "dinheiro não se come".
Diante de tudo isso vem sempre a pergunta:
- Você perdeu a esperança?
- Não! Nunca! Mas reconheço que assim como Lulu Santos cantou "assim caminha a humanidade, com passos de formigas sem vontade".
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Enfim, o fim. Ou só o começo?





quinta-feira, 15 de outubro de 2009
15 de Outubro - Dia do PROFESSOR!
Um professor tem que aprender o que ensina, um professor nunca está formado. Tem que aprender sempre e carrega para toda a vida o fardo de ser aluno de si próprio. Com olhos sempre focados no futuro.
Um professor não se obriga a ter uma geração mais sim saber lidar com todas elas. Por tudo isso, professor é obra permanentemente inacabada. É contentor onde cabe sempre mais alguma coisa. O professor é um intelectual, mas também é um artesão; é um teórico que tem que viver na prática; é um sábio, mas que tem de aprender todos os dias; é um cientista que tem que traduzir a sua experimentação para mil linguagens; é um aprendente que ensina; é um fazedor dos seres e dos saberes; mas é também um homem, ou uma mulher, como todos nós, frágil, expectante e sujeito às mais vulgares vulnerabilidades.
O professor contenta-se com pouco: alimenta a sua auto-estima com o sucesso dos outros (os que ensina) .Professor vive quase todo o tempo da sua carreira em estádios profissionais de enorme maturidade e de mestria. São estádios em que a maioria dos docentes se sentem profissionalmente muito seguros, em que trabalham com entusiasmo, com serenidade e com maturidade, e em que, num grande esforço de investimento pessoal, se auto conduzem ao impulsionar da renovação da escola e à diversificação das suas práticas lectivas.
Infelizmente, de onde devia partir o apoio, o incentivo e o reconhecimento social, temos visto aplicar medidas políticas, e expressar pensamentos, através de palavras e de obras, que menorizam os professores, que os denigrem junto da opinião pública, no que constitui o maior ataque à escola e aos professores perpetrado.
Os professores são uma classe única e insubstituível. A sociedade já não sabe, nem pode, viver sem eles. O Estado democrático soçobraria sem a escola. O novo milênio atribui aos professores funções e competências indispensáveis ao desenvolvimento da sociedade do conhecimento. O futuro tem que ser construído com os professores e as suas organizações. Nunca contra, ou apesar deles.
Ser professor é, portanto, tudo isto e muito mais. É uma bênção, é um forte orgulho e uma honra incompreensível. Quem é professor ama o que faz e não quer ser outra coisa. Mesmo se, conjuntural e extemporaneamente, diz o contrário."
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
AULA DE CAMPO!


Tá aí algo que é o "mel" para os estudantes de Geografia e de áreas afins: a aula de campo. Uma metodologia muito usada na academia e que, infelizmente, não é muito comum nas escolas de ensino básico. Através da aula de campo podemos transcender dos livros para a "vida real" e fazer, como Augusto Cury diz, "transformar a informação em conhecimento e o conhecimento em experiência".
